Caso Taxista Átila: Casal suspeito de envolvimento no assassinato é preso após contradições e tentativa de venda de veículo

Uma operação encabeçada pela 104ª DP de São José do Vale do Rio Preto e policiais da DHBF – Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, resultou na prisão de duas pessoas pelo envolvimento no assassinato do jovem taxista Átila Rodrigues de Almeida, ocorrido em dezembro de 2019. O corpo do Vale Riopretano foi encontrado na localidade de Citrolândia, no município de Guapimirim, no dia 1º de janeiro, com sinais de extrema violência.

Na época, Átila tinha uma corrida programada na segunda-feira dia 30 de dezembro, por volta das 16h, ficando sem dar notícias após ter iniciado a suposta viagem, que segundo os amigos e familiares, o destino era desconhecido. A única informação obtida na época, é que um casal teria sido o último a fazer uma corrida com o taxista.

Na manhã desta quinta-feira dia 13, os policiais civis Luiz Monteiro, Otávio Eiras, Fred MCKenzie e Ricardo Sampaio, sob a chefia do Comissário Jorge e Delegado Eliezer, empreenderam em conjunto com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, a prisão do casal em questão; identificado apenas pelas iniciais “S” e “R”. Segundo informado pelo policial Monteiro, a mulher é moradora de São José do Vale do Rio Preto e o homem de Guapimirim.

Durante as investigações, os policiais da 104ª DP conseguiram apurar que os envolvidos foram os últimos a solicitarem os serviços do taxista antes do homicídio.

Quando os dois foram chamados para prestar esclarecimentos, vários pontos obscuros e repletos de contradições sobre o ocorrido foram apontados pelos investigadores.

Segundo a Polícia Civil, o veículo utilizado na corrida feita pelo taxista, foi apreendido pela delegacia de Guapimirim, quando um indivíduo tentava passar o automóvel para seu nome junto ao Detran. Conforme apurado, o indivíduo responsável pela venda do carro do Átila, foi identificado como sendo o homem que fez a última corrida com a vítima.

Conforme o policial Monteiro disse, as investigações prosseguem até o desfecho total do caso. Mas, principalmente para elucidar a motivação do crime.